A participação feminina nos esportes avança, mas ainda há um longo caminho a percorrer

A participação feminina nos esportes avança, mas ainda há um longo caminho a percorrer

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O universo esportivo, predominantemente habitado por homens, tem sido conquistado cada vez mais por mulheres. Elas ocupam postos cobiçados, desde atletas a especialistas, treinadoras, comentaristas e narradoras – e não deixam nada por desejar. 

Em sua coluna da Folha, Katia Rubio fala da conquista feminina não somente nos esportes, mas em outras áreas em que não se reconhecia a força e potencial femininos, e destaca que ainda há espaço para avançar, uma vez que cargos de gestão não têm tanta representatividade feminina. Em https://www1.folha.uol.com.br/.

Os Jogos Olímpicos são o marco principal dos esportes. De acordo com o portal esportivo do IG, durante sua primeira edição na era moderna, em 1896, a proibição de que mulheres competissem ainda estava em vigor. Mas, para protestar contra essa decisão, a atleta grega Stamati Revithi realizou o mesmo percurso de maratona que os homens… fora do estádio. Ela completou o percurso em 4 horas e meia, ultrapassando muitos homens que estavam competindo, mas não foi reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Veja mais em https://esporte.ig.com.br/.

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Já em 1900, quando a proibição de mulheres competidoras foi revogada, Charlotte Cooper foi a primeira mulher a conquistar a medalha de ouro jogando tênis. As mulheres sul-americanas também podem se sentir muito bem representadas por Maria Lenk, uma brasileira de 17 anos que, em 1932, apesar de não ter conquistado o pódio, foi a primeira sul-americana a participar de uma Olimpíada. 

Mulheres no esporte, mas fora das quadras

A conquista das mulheres nos esportes superou o protagonismo das atletas e ganhou espaço em postos de destaque diferentes. Conforme a matéria publicada na UOL https://dibradoras.blogosfera.uol.com.br/, o jornalismo esportivo foi especialmente coroado por mulheres em 2018, que assumiram postos até então ocupados majoritariamente por homens. As funções estruturais também têm sido influenciadas pela representatividade feminina, como é o caso das equipes de arbitragem no futebol, ainda que lentamente. Em 2017, a suíça Ester Staubli foi a primeira mulher a arbitrar um jogo de futebol do mundial masculino — partida realizada entre Japão e Nova Zelândia, disputada em Calcutá, na Índia. Em https://desporto.sapo.pt/.

A participação das mulheres nos esportes pode assumir diversas formas. Acompanhar campeonatos e se aventurar em apostas online, como as que estão disponíveis no site https://www.betfair.com/br, por exemplo, faz com que a atuação feminina cresça, e isso é uma notícia muito positiva. Diversas entidades, como o próprio COI, já se posicionaram a favor do incentivo às mulheres a participar mais ativamente da comunidade esportiva. 

Dar voz às mulheres engajadas com o esporte é compactuar com a premissa de que não há diferenciação de gênero quando o assunto é a paixão por uma prática, na modalidade que for. 

Os resultados desses incentivos têm sido animadores, mas longe do ideal. Ainda há muito trabalho pela frente, principalmente em ambientes mais fechados como o futebol. Em contrapartida, há modalidades que são muito receptivas às mulheres. 

Pouco a pouco, e incentivando meninas jovens a se engajarem em práticas esportivas desde cedo, esse universo deixará de resistir à presença feminina e passará a abrir as portas para todos, assim como deve ser.

Carolina Spricigo

Jornalista, assessora de imprensa, gestora de marketing digital, gestora de conteúdo, blogueira do Mulheres na Pista, corredora e mãe do Bernardo. Feliz.

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