Leitora avalia a 1ª Meia Maratona Green Valley, em Camboriú

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Por Carolina Spricigo

Oi, pessoal! Como vocês sabem, no último fim de semana Fernanda correu em Joinville, no Desafio do Mirante, e eu, em Floripa, na 11ª Meia Maratona Internacional de Florianópolis. Mas temos uma amiga querida que esteve – junto com o Márcio – na 1ª Meia Maratona da Green Valley, em Camboriú, no sábado à tarde, e mandou o seu relato sobre a prova. Pontos positivos e outros que precisam de um pouco mais de atenção. Coisa que nós adoramos, porque esta é uma prova que gostaríamos de participar em outras edições. Por isso, publicamos aqui o texto dela, cheias de agradecimentos. Obrigada, Dedê!

E se você quiser participar deste espaço, escreva para contato@mulheresnapista.com.br.

Por Derlayne Detroz

No último sábado (10), participei da 1ª Meia Maratona Green Valley, em Camboriú. A prova tinha tudo para ser linda e perfeita. Ansiedade mode on porque amo música eletrônica e o local já foi eleito a melhor balada eletrônica do mundo. Então, coração a mil e saúde negativa porque no dia anterior tinha parado na Unimed com uma otite dos infernos e tosse que não passava mais.

Os kits estavam sendo entregues desde o dia 8, porém a entrega foi a até o dia da prova às 13 horas. Notei que eram 14 horas e ainda estavam entregando – sem filas e com muita calma. Chegamos cedo para garantir. O kit era lindo com camiseta demais e até um CD de música eletrônica para dar um gás. Nesta hora a estrutura já estava toda montada e tinha DJ tocando para o pessoal que quis ficar por lá. Como o Márcio tinha vindo de Joinville sem almoçar fomos até um posto próximo fazer um lanche.

Retornamos perto das 14 horas. A agitação era imensa, as tendas dos grupos de corrida estavam em frente ao palco e DJ rolando solto numa animação bem legal. A largada para o pessoal dos 21K ocorreu cinco minutos antes, o que demonstrou uma baita organização – teve até o helicóptero da PM acompanhando e tudo.

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Começamos a correr, e, aí veio o ponto negativo que durou a corrida toda. A rua da corrida era estreita e com duas mãos. Como não foi fechada tivemos que dividir a via com os veículos. Ou seja, carros indo e vindo e atletas indo e vindo. Uma confusão danada. E para piorar tinha um desnível em forma de degrau para o acostamento que era cheio de buracos com lama e cocô de vaca que também tínhamos que desviar. O medo de virar o pé ou esbarrar em algum atleta estava presente o tempo todo.

Depois dos 3km eu passei mal: a crise de tosse pegou e quase botei os bofes para fora. Tive de parar e neste momento o Márcio foi o cara dando aquele apoio, mas não apenas ele: uma atleta também segurou o passo e começou a fazer sinais para eu reduzir e respirar. Receber apoio de quem você nunca viu na vida demonstra como estas corridas são incríveis. Foi quase 1km caminhando e depois lá estávamos nós chegando felizes tendo conseguido terminar a prova.

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Novas alegrias… a medalhe era LINDA…. show demais… também tinha uma mesa de frutas sensacional, além de massagem, muita água, isotônicos e repositores, tudo muito organizando. Não faltou nada para ninguém e não teve tumulto.

Aí foi sentar e ouvir boa música. Perto de 1h10 de prova chegou o primeiro colocado da Meia Maratona… show de bola. E acabamos descobrindo que o nome de todos os atletas estavam na lista para quem quisesse curtir a Balada da Noite. Não foi desta vez, porque tive que ficar de cama.

Que venham as próximas.

Fernanda Lüttke

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