Corrida Pedra Branca 2018: você precisa treinar subida, Carolina!

Corrida Pedra Branca 2018: você precisa treinar subida, Carolina!

Depois de uma semana de muitas provas, nada melhor do que uma corridinha para fechar o domingo, concordam? Vocês lembram: eu havia feito a Beach Run do Circuito Rei e Rainha do Mar, levado o Bernardo na 2ª Corrida de Bebês do Floripa Shopping, estreado no revezamento na Corrida Chão da Cidade, e então chegou a vez de prestigiar a Corrida Pedra Branca 2018, no dia 25 de março, às 9 horas.

corrida pedra branca 2018

Como os dias tinham sido intensos, optei por me inscrever no percurso de 3k (uma volta) – o menor. Havia a possibilidade de os atletas fazerem 6k (duas voltas) ou 12k (quatro voltas). Naqueles dias da prova, estava dormindo supermal. Acho que era pico de crescimento do Bernardo e ele acordava muito durante a noite para mamar.

Na madrugada de sábado para domingo, o gurizinho acordou à meia-noite, às 2h, às 5h e foi dormir às 7h depois de muita festa. Fui dormir com ele na hora que havia me planejado para acordar. Acordei às 7h40, me arrumei e saímos de casa às 8h10. Como era domingo e o trânsito ajudou, chegamos na Pedra Branca faltando 10 minutos para a largada.

corrida pedra branca 2018

Estava chovendo. Então deixei os meninos dentro do carro e parti para a largada – não sem antes encontrar amigas de corrida Andreza e Luciane e registrar, né? Prestigiamos a largada do pessoal do projeto Sexto Sentido – que propicia a corrida a pessoas com deficiência visual – e partimos para a nossa prova.

corrida pedra branca 2018

Minha estratégia era terminar a prova bem, mas para isso teria de dosar a energia. Não queria de jeito nenhum caminhar – até porque a prova tinha “só” 3k, mas quando tu não treina subida… não tem jeito. O fôlego foi reduzindo já na primeira subidinha de leve. E ainda teríamos mais duas bem próximas. Parei, caminhei. Voltei a correr. E consegui ir até o fim da corrida num ritmo leve, mas confortável – e que me permitiu terminar a prova.

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Quando o relógio marcou 22 minutos eu passei pelo pórtico. Ainda chovia. Eu estava feliz, apesar de tudo. Eu estava correndo, né? Meu resultado não foi nem perto do que eu fiz na minha primeira participação na Corrida Pedra Branca – 16 3k em minutos – mas estava valendo. Sempre estará valendo quando você levantar da cama depois de uma noite boa ou ruim – como foi o meu caso – e for correr.

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O que foi bom na Corrida Pedra Branca 2018

– Kit completinho, bonito e com brindes;
– Entrega do kit em dois dias;
– O local da prova é lindo e o percurso é bom e desafiador;
– Staffs, guardas municipais e estrutura da prova foram incríveis;
– Pós-prova com frutinhas (maçã, banana, melancia), barrinhas de cereais, bolacha salgada, Gatorade e água gelada  e café quentinho para quem estivesse com frio;

corrida pedra branca 2018
– Havia duas meninas distribuindo as barrinhas de cereais (lembram que eu comentei no post da Corrida Chão da Cidade que faltou barrinhas para alguns atletas?). Nesta prova já fizeram diferente;
– A chuva também ajudou algumas pessoas a se darem bem no percurso – foi o caso do corredor Eduardo Hanada, do blog Minha Vida de Corredor.

corrida pedra branca 2018

O que pode melhorar

– A prova é ótima e eu adoro participar. De verdade. O Passeio Pedra Branca é lindo, eu adoro passear por lpa – e eu juro que gostaria de morar e trabalhar num daqueles prédios. Mas por enquanto não dá. Enquanto eu morar em Santo Antônio de Lisboa vou continuar batendo na tecla que os organizadores poderiam entregar o kit também no dia da prova aos participantes de fora da cidade.
– Em tempos de gasolina a R$ 4,20 o litro, ter de fazer 40km para ir e 40 km para voltar só para buscar o kit e depois, no dia seguinte, repetir os 80 km para participar da prova, fica meio caro, concordam?
– Poderiam aproveitar o ambiente familiar e incluir a corrida para crianças – com distâncias menores de 3k para elas;
– Percurso com muitas voltas eu não gosto. Então vou sempre na menor distância, mesmo. Mas concordo com a ideia do Hanada de incluir revezamento, porque aí seria uma opção mais legal e divertida;
– Também acho que a corrida larga muito tarde. Por um lado isso é bom, porque deixa a gente dormir um pouco mais, mas no calor da Pedra Branca, não é legal. Teria de largar no máximo às 8 horas, pelo bem-estar dos atletas.

Vídeo pós-prova

Adendo ao post

Quero compartilhar duas fotos que marcaram a Corrida Pedra Branca pra mim. Depois de mais de duas semanas de iniciada a introdução alimentar do Bernardo, ele pegou a banana e comeu inteirinha. Antes ele comia pedacinhos bem pequenos e logo recusava. Isso significa uma vitória. Não desisti de dar a banana e hoje ele adora comer fruta. <3

corrida pedra branca 2018

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Carolina Spricigo

Jornalista, assessora de imprensa, gestora de marketing digital, gestora de conteúdo, blogueira do Mulheres na Pista, corredora e mãe do Bernardo. Feliz.

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