42k de Floripa: compartilhando conquistas

42k de Floripa: compartilhando conquistas

Meu feriado foi pra lá de especial. Passei ao lado de uma amiga muito querida, companheira de blog, de vida: a Carol.

Aproveitamos para conversar bastante, colocar o papo em dia, amassei bastante o Bernardo e até fiz o nosso macarrão pré-prova, pegamos os kits nossos e dos amigos, até fizemos uma deliciosa caminhada juntas em Santo Antônio de Lisboa.

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E, para coroar o feriado, tinhamos uma prova para fazermos juntas, os 7 km, a Joy Run da 42k de Floripa.

Madrugando

Levantamos cedo, nos arrumamos e partimos. Tínhamos vários kits para entregar e amigos para encontrar. Foram muitos, novos e antigos. Betina e o Yuri, Juliano, Leana, Rodrigo Dacol, Mauro Fanha, Fabio Gadotti. Também conhecemos o Rui, corredor de São Paulo que entrou em contato com a Carol pelo e-mail do blog pedindo para pegar o kit dele.

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Acompanhamos as largadas do povo dos 42k, dos 21k e depois era nossa vez. A manhã estava fria, mesmo com o sol nascendo. Aquele vento de beira mar estava difícil de aguentar. Mas estávamos lá.

A largada

E ainda tivemos que aguardar mais 15 minutos para a nossa largada. Mas chegou a hora. E lá fomos nós duas. Sabia que para a Carol era um grande desafio. Ela havia feito 5 km correndo na Joinville 10k. E 7 km ela ainda não havia feito.

Mas lá fomos, devagar e sempre. Demorou para aquecermos. Os músculos doíam a medida que balançavam enquanto corríamos. Mas foi melhorando aos poucos. Ainda encontramos no caminho amigos fotógrafos – fizemos uma festa.

Subindo a ponte

E partimos para uma das partes mais difíceis do percurso: a subida da ponte. Carol pediu para caminhar um pouco e assim fizemos. Mas foi tão pouco que nem considero. Logo ela voltou a correr e conforme subíamos víamos aquela paisagem linda.

 

Ela seguia firme e forte. E eu, orgulhosa.

Correr ali na ponte não é fácil. Por causa do desgaste do asfalto há vários sulcos que precisamos cuidar para não torcer o pé.

Mas seguimos até o retorno: meia prova estava concluída. E continuamos naquele ritmo confortável. Conversando até, fazendo vídeos e fotos (quem nos segue no Instagram @mulheresnapista pôde acompanhar).

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Depois foi hora de descer a ponte, tomar mais água no ponto de hidratação, reencontrar os amigos. Nos divertimos. E nessa hora a chegada estava perto.

Sprint final

Faltando poucos metros a Carol pediu para darmos um sprint final. Que coragem, que determinação. Só podia concordar: e lá fomos nós! Até demos o pulinho da chegada. E comemoramos muito. Mais uma conquista dessa guerreira que tive o prazer de estar ao lado para compartilhar!

E que venham mais conquistas!!

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Pontos positivos

Havia bastante banheiros químicos.

A sacola térmica que veio no kit dos 21 e 42, super útil.

A camiseta e o manguito (para quem ganhou), bem bonitos e práticos,

A entrega do kit em vários dias é muito bom. A feira que havia no local também.

O percurso dessa prova é sempre lindo, eu amo.

Pontos a melhorar

Tô começando a achar que as organizações têm que disponibilizar um tapete de conferência de chip também para as distâncias menores.

O kit do povo que fez 7 km (e que pagou o mesmo tanto de quem fez 21 km) veio tão pobrinho, numa sacola simples e sem manguito).

O povo da entrega do kit tava bem confusa, fomos retirar nosso kit do grupo e estava tudo individual.

As largadas atrasaram. Dois minutos da maratona, mais dois da meia e 15 (!!) dos sete quilômetros. Naquele frio e vento foi bem ruim de segurar.

A sorte que estava frio, porque a água nos postos de hidratação estavam em temperatura ambiente.

Fernanda Lüttke

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