Domingo foi dia de correr, me divertir e me superar!

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Por Fernanda Lüttke

Ah, o domingo… dia em que muita gente escolhe para dormir até tarde, ficar de preguiça em casa. Eu decidi correr.

E neste domingo a corrida foi em Blumenau. Por isso pulei da cama às 4h30 da manhã. Já tinha deixado tudo preparado na noite anterior para adiantar o dia. Roupa, tênis, meia, mochila com roupa sobressalente, calças, casaco. Na cafeteira o pó e a água esperando para fazer o café fresquinho antes de sair. Os lanches empacotados.

Cara de sono!
Cara de sono!

E às 5h30 da matina eu e o marido partimos rumo a mais uma prova.

Lá encontramos o Marlon que ganhou a inscrição aqui no nosso sorteio.

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E enquanto a Carol pegava meu kit, eu fiz os últimos ajustes – leia-se ir ao banheiro e enfrentar uma filinha considerável, sabe como é banheiro feminino.. rsrs

Depois disso fomos para a área da largada, nossa, quanta gente! E depois foi só correr! Que prova mais gostosa, o tempo todo você corria rodeado de gente!

Eu me senti feliz demais em ver várias pessoas pelo caminho torcendo pelos corredores, nunca tinha vivenciado isso de forma tão intensa. O povo de Blumenau deu exemplo!

E Carol e eu ainda tivemos a companhia dos nossos amores! Lindos correndo e se divertindo com a gente!

Infelizmente no fim da corrida passei muito mal com uma dor no lado direito. Vinha num ritmo forte mas muito gostoso, mas a dor quase me fez caminhar! Achei que fosse problemas na minha respiração, pois elas diminuíram após eu terminar a prova, mas chegando em casa vi que não foi isso! Não vou detalhar o porquê percebi isso porque ninguém merece ler detalhes escatológicos, mas creio que tive algum problema com meu pâncreas.  Se foi minha alimentação de sábado, os remédios anti-inflamatórios, não sei. Mas terei mais cuidado na próxima!

Mas enfim, terminei a prova num tempo parecido com a da Corrida Adria Santos aos 34 minutos. Tenho certeza que meu tempo seria bem menor se não tivesse tido esse contratempo. Mas não importa!

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O que importa é que me diverti horrores, superei minha dor (juro gente, doeu demais, corri chorando mas não desisti) e tô feliz por ter completado mais uma prova – e sem dores no tendão de Aquiles!

Fernanda Lüttke

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